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quarta-feira, 30 de março de 2011

2º Período - Avaliação Final de Período

Apesar de me ter ausentado (por motivos clínicos) antes do final do 2º período e tendo deixado todos os materiais preparados para ser substituída, deixei, ainda, entregue aos directores de turma dos cursos científico-humanísticos (10ºT5; 11ºE1; 11ºH1) os registos de avaliação dos alunos do 2º período caso não fosse feita substituição atempadamente. Tendo-se verificado esta última situação os alunos foram avaliados unicamente por mim no segundo período registando-se, nestes cursos, uma melhoria das avaliações (de ressalvar é o facto de que as avaliações foram ainda feitas para o caso de não existir qualquer substituição, o que felizmente não se verificou - o docente em substituição está a par desta situação -). Assim sendo deve ressalvar-se a seguinte situação:
10ºT5: Fazendo uma avaliação da progressão dos alunos pode dizer-se que no 2º período a média foi de 12,28 existindo uma evolução positiva face ao 1º período onde a média foi de 10,75; enquanto que no 1º período houve 4 negativas no 2º período houve menos 50%, ou seja, 2 negativas. Considera-se existir, neste momento, 90% de classificações positivas.
11ºE1: Nesta turma a média do 2º período foi de 14,05 havendo uma evolução positiva face ao 1º período onde a média foi de 13,56 não havendo, agora, qualquer negativa (enquanto que no 1º período tinha havido 2 negativas). Neste sentido considera-se a existência de 100% de classificações positivas.
11ºH1: A média do 2º período foi de 13,99 face à do 1º período que foi de 13,31 havendo agora 0 negativas (face a 1 negativa do 1º período) existindo, assim, 100% de classificações positivas.

Considerando o trabalho efectuado ao longo do ano lectivo denota-se a existência de uma considerável progressão positiva devendo ressalvar o facto de a mesma se dever à centragem da avaliação nos processo (trabalho cooperativo, trabalho em grupo, entre outros) e não apenas nos resultados (testes). Neste sentido o trabalho centrado nos processos é de manter, devendo ainda manter-se o trabalho que cative os alunos tanto pela sua flexibilidade como pela envolvência que o mesmo impõe (responsabilizando-se, assim, os alunos pelas suas aprendizagens).

Em relação aos cursos profissionais houve o termo de módulos nas turmas 11ºPAP (ficou apenas um módulo por leccionar) e 12ºPDG (turma que ficou finalizada na sua totalidade); no 10ºPINF fiquei sensivelmente a meio da matéria do 2º módulo, tendo deixado registos tanto do trabalho já realizado como das avaliações levadas a cabo. Em relação a estas turmas os registos de avaliação foram os seguintes:
10ºPINF: Nesta turma foi apenas levado até ao fim um módulo - Módulo I - o qual, em regime presencial e contínuo auferiu uma média de 9,57, existindo 10 negativas e em Exame de Equivalência a Módulo auferiu uma média de 10,76 e apenas 2 negativas. Neste sentido considera-se a existência de 95% de classificações positivas no Módulo I.
11ºPAP: Os resultados obtidos nesta turma foram sempre positivos e com 100% de positivas sendo que no Módulo V a média foi de 13,94 e no Módulo VI foi de 14,41 considerando-se, assim, uma evolução positiva na transição de módulos. Tanto o trabalho como os conteúdos disciplinares tenderam a ir ao encontro das necessidades vocacionais dos alunos e das suas experiências profissionais conseguindo-se assim uma melhoria dos resultados gerais nesta turma. Considera-se, assim, a existência de 100% de classificações positivas tanto no Módulo V como no Módulo VI.
12ºPDG: Tal como na turma anterior, também nesta turma os resultados foram sempre positivos e com 100% de positivas registando-se uma média de 12,86 no Módulo I e uma média de 14,78 Módulo II. O aumento percentual dos resultados em quase 2 valores do 2º em relação ao primeiro módulo deveu-se ao facto de tanto o trabalho como os conteúdos disciplinares irem ao encontro das necessidades vocacionais dos alunos e das suas experiências profissionais. Considera-se, deste modo, a existência de 100% de classificações positivas tanto no Módulo I como no Módulo II.


Os resultados obtidos ao longo do ano vieram do esforço conjunto entre alunos e professora no sentido de se encontrar a melhor metodologia de trabalho para cada uma das turmas; o facto é o de que, à excepção do 10ºPINF onde os resultados foram superiores quando o esforço se concentrou apenas num teste, foram conseguidos melhores resultados com o auxílio de metodologias activas conciliando o ensino tradicional com o ensino criativo e introduzindo as novas tecnologias da informação e comunicação para a motivação dos alunos (tal como a utilização do Moodle como plataforma de apoio informacional, para a elaboração de glossários ou entrega de trabalhos; construção de um blog / facebook da turma para a apresentação de trabalhos e, ainda, a utilização o e-mail como forma de apoio aos alunos).

sábado, 12 de março de 2011

11 de Março - Palestra com a Associação RATO

No âmbito das comemorações do mês de Março foi disponibilizada a possibilidade de participação numa palestra com a Associação RATO sobre voluntariado na Europa à qual o 12º PDG não foi alheio pedindo-me para participar na mesma. Com o intuito de levarem a cabo um projecto de voluntariado os alunos participaram nesta palestra no dia 11 de Março retirando algumas dúvidas sobre a forma como poderiam participar, bem como sobre as datas para a inscrição nos ditos projectos e seu funcionamento.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

21 de Fevereiro - Palestra com CLDS


No dia vinte e um de Fevereiro, pelas 15:15 realizou-se uma Palestra no âmbito do disciplina de Psicologia do 11º PAP, a qual tinha como principal intuito de dar a conhecer o que é um CLDS e qual a sua acção prática junto da comunidade, neste caso, de Arrentela (local onde estão sediados e ao qual estão ligados como instituição). Um CLDS ou Contrato Local de Desenvolvimento Social é uma organização instituída pela Segurança Social que tem, neste caso, a Câmara Municipal do Seixal como entidade promotora e o Centro Paroquial como entidade executora. O representante desta instituição explicou aos alunos os diferentes eixos desta organização e quais as suas finalidades, mostrando ainda que a mesma irá deixar de existir em Maio (o prazo para a existência de uma instituição deste tipo é de 3 anos) e que o principal intuito é o de deixar na Sociedade Civil 'sementes' para que as intenções desta organização se propaguem. Para além de se falar sobre o CLDS Arrentela, suas práticas e políticas, falou-se ainda sobre outras medidas de carácter social e seu impacto em termos sociais. De salientar é o conhecimento  experiencial que este tipo de palestras dá aos alunos que, tomando contacto com a realidade prática os faz reflectir sobre a integração da sua actividade profissional e encaminhamento vocacional.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Avaliação Intercalar - 2º Período

Durante o segundo período os alunos foram-se envolvendo nas diversas actividades pedidas sendo de ressalvar que o trabalho em Aprendizagem Cooperativa foi uma das principais metodologias utilizadas no trabalho com os alunos dos Cursos Científico-Tecnológicos. Neste sentido houve uma melhoria nos resultados dos alunos que, ao apostarem no percurso do seu trabalho viram valorizadas as suas intervenções individuais no trabalho em grupo conseguindo auferir melhores resultados que anteriormente, na maioria dos casos, o que denota uma evolução no percurso das suas aprendizagens. Nos cursos profissionais manteve-se o trabalho vocacionado para os cursos em causa o que propiciou, também, uma evolução no domínio cognitivo dos alunos, ressalvando-se 100% de resultados positivos nos módulos terminados - tanto no Curso de Técnico Psicosocial como no Curso de Design Gráfico -; no caso do curso de Técnicos de Informática houve uma tendência dos alunos para tentar cumprir as actividades previstas, mas ainda muita resistência na elaboração séria de trabalhos nomeadamente em grande grupo - turma -.

14 de Novembro - Palestra com a presença de membros do CADEQ

O CADEQ é um 'Centro de Aconselhamento de Dependências Emocionais e Químicas'  situado em Foros de Amora  que conta com várias parcerias estatais, ou da sociedade civíl, com o apoio de várias equipas e que pretende instituir-se como organização que tem como princípio fundamental  'Juntos conseguimos o que sozinhos não fomos capazes' (assentando no programa Minesota). Esta organização dirigiu-se à ESARS para, junto dos alunos, explicar em que consistia tanto a sua institucionalização, como as suas práticas e utilidade pública, inserindo-se, assim, no tema 3 do Módulo VI  quando referenciado a: dispositivos e quadros legais; suportes institucionais: filosofia, valências e composição técnicas; espaço comunitário: REDES - convergência de esforços na resposta às situações de desvantagem perante o emprego/trabalho; boas práticas: análise de boas práticas nos vários domínios). Esta palestra teve ainda uma dinâmica acrerscida na medida em que participaram nela como palestrantes dois ex-toxicodependentes que partilharam as suas experiências de vida procurando facultar aos alunos a perspectiva de um adicto, as suas lutas interiores, as várias tentativas de recuperação e, ainda, a entrada neste centro e as mudanças que efectuaram, partindo sempre do princípio fundamental da interajuda e da voluntariedade inerente a todo o processo. Com esta palestra os alunos do 11ºPAP perceberam não só questões relacionadas com a organização conjectural e de acção da própria estrutura, como ainda os percursos de vida de dois adictos (ex-adictos) interagindo com eles, questionando-os e fazendo a ligação com as temáticas da disciplina de CIS (na qual estão a tratar de temas relacionados). 

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

24 Janeiro - 'Cidadania Europeia' - Palestra com o Professor Doutor Mendo Castro Henriques

No passado dia 24 de Janeiro, no âmbito da disciplina de Área de Integração dos Cursos Profissionais, deslocou-se à nossa escola o Professor Doutor Mendo Castro Henriques (docente de Filosofia na Universidade Católica Portuguesa de Lisboa) para falar aos alunos de A.I. interessandos (estiveram presentes as turmas do 10º PINF e do 12º PDG, apesar de ter sido efectuado um convite aos docentes do grupo disciplinar de filosofia que estivessem a leccionar essa disciplina) sobre 'Cidadania Europeia'. A turma organizadora deste evento foi o 12ºPDG que levou a cabo a preparação da sala e, anteriormente, a elaboração de uma carta dirigida ao Presidente da Câmara Municipal do Seixal com dois intuitos fundamentais: o de pedir a sua presença neste evento e, o de pedir o livro 'História do Seixal' em Banda Desenhada (edicação da CMS) para oferecer ao Professor Mendo Henriques como forma de agradecimento da sua presença. Neste sentido estiveram, presentes para além do palestrante e dos ouvintes, o Dr.º António Nabiça (Chefe da Divisão da educação da CMS) e a Dr.ª Gilda Silva (representante da Direcção da Escola). Antes do início da palestra fortam chamados os delegado e sub-delegada do 12ºPDG para fazerem a oferta trazida pelo representante da comunidade local e, de seguida deu-se início à referida palestra onde os temas fundamentalmente tratados foram relativos às quatro grandes Instituições constituintes da União Europeia (onde foram referidas as suas funções e objectivos) e ainda os três grandes princípios fundadores da Europa (Ciência, Religião e Direito). Após a análise destes temas foi aberto um espaço para questões existindo três grandes questões colocadas pelos alunos (duas delas centradas nos prós e contras da entrada de Portugal na União Europeia e uma outra relacionada com o tema mais polémico da actualidade: a crise de Portugal e na Europa e a vinda ou não do FMI a Portugal). De salientar foi o facto de que os alunos estiveram atentos aos temas tratados, fizeram intervenções de valor e procurarm manter-se disciplinados durante a palestra. No final foi  feito um agradecimento a todos os participantes e ainda um apelo para o estudo destes temas tão actuais e permentes na nossa sociedade.

sábado, 15 de janeiro de 2011

13 de Janeiro - Visita de Estudo ao Museu das Comunicações

In http://www.tjpe.gov.br/Boletim
No passado dia 13 de Janeiro eu e a professora Teresa Guerreiro (docente de física e química) fomos com o 10ºPINF (alunos do curso profissional de técnico de informática) ao Museu das Comunicações visitar duas exposições fixas: 'A Casa do Futuro' e a 'Escola do Futuro'. Esta visita de estudo não estava prevista no PAA da turma, mas tendo surgido esta possibilidade ela foi aproveitada da melhor forma e integrada nos conteúdos que estavam a ser analisados no último tema do primeiro módulo de Área de Integração, tendo como objectivos analisar a diversidade dos meios de comunicação utilizados pelo homem e compreender a comunicação interactiva na era da globalização. Assim sendo visitámos a 'Casa do Futuro' onde a interactividade (a comunicação que se faz dentro da casa e com a própria casa via web) e a inclusividade (das diferenças - nomeadamente em relação a deficientes e a idosos) são os factores principais a ter em conta num mundo que cada vez mais se globaliza tanto em termos de comunicação como de inclusão digital.
Super Interessante, Janeiro de 2010
Depois desta primeira visita e de uma visão, por um lado histórica da evolução da 'arquitectura inteligente' e por outro de conhecimento de metodologias inteligentes e interactivas presentes num casa ou em materiais utilizados numa casa - apesar da exposição estar patente ao público desde 2003, continua a ter uma forte componente inovadora tanto em termos científicos (nomeadamente na exposição de algumas formas de comunicação bastante actualizadas em termos de inovação) como em termos de metodologia pedagógica patente na apresentação da mesma -, fomos visitar uma segunda exposição designada de 'Escola do Futuro' a qual existe desde 2007 e, na minha perspectiva, está perfeitamente desactualizada na medida em que tanto em termos tecnológicos não tem nada de inovador (assemelha-se muito a uma sala de aula usual) como o trabalho desenvolvido não premiou nem pelo carácter científico, nem pelo domínio pedagógico (a actividade consistia na elaboração de um blog, o que para alunos de um curso profissional de técnicos de informática é perfeitamente usual). Apesar de tudo a experiência que estes alunos levaram para a sala de aula (visto não terem estado presentes todos os membros da turma) foi bastante importante e permitiu que aqueles que estiveram presentes contassem aos colegas a sua experiência e assim se passasse à análise dos conteúdos em termos teóricos (conseguindo-se, ainda, fazer a ponte entre o último tema do Módulo I - Cultura Global ou Globalização de culturas: a globalização na comunicação - e o primeiro do Módulo II  - A comunicação e a construção do indivíduo. -). Fizemos ainda uma análise mais cuidada do que será uma escola do futuro recorrendo a um artigo de Janeiro de 2010 da revista 'Super-Interessante' sobre Ciberescola e previsões acerca do funcionamento de uma escola secundária em regime de b-learning ou em regime de e-learning (partindo da análise de exemplos do ensino Norueguês e Filandês).

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

10 de Janeiro - 2ª aula Assistida

In http://3.bp.blogspot.com/


No dia 10 de Janeiro de 2011 levei a cabo a minha segunda aula assitida na turma 11ºPAP (ensino profissional de técnico psicossocial) a qual surge num novo módulo (VI) que tem como tema base: Da Diferenciação dos Comportamentos à Diferenciação na Intervenção. Nesta segunda aula optei por levar a cabo a exploração de noções e conceitos relacionados com o tema genérico e inseridos no sub-tema Diferença: Delimitação e Problematização: A inevitabilidade das diferenças. Assim sendo a análise do triângulo e do quadrado semiótico da igualdade apresentado por José d'Assunção Barros foi o ponto de para a análise de noções como Diferenciação positiva, diferenciação negativa e direito à diferença - consagrado tanto na Constituição da República Portuguesa, como na Carta Universal dos Direitos Humanos e, ainda, na Lei de Bases da Segurança Social. Após a análise conceptual e conjectural relacionada com os termos passei à integração dos mesmos na vivência do técnico psicossocial com a apresentação de uma história para crianças que retrata um pouco as questões da diferenciação (positiva e negativa) bem como do direito à diferença; este power-point mostra a história dos 'meninos de todas as cores' (história esta que poderá ter uma aplicabilidade prática no caso dos alunos - a esmagadora maioria - que queiram enveredar pelo trabalho com crianças (nomeadamente de JI e de pré-escola) - e, neste sentido fiz ainda a apresentação de um blog com muitas histórias infantis relacionadas com o tema em análise -). Após esta análise mais teórica e sua inserção prática no domínio profissional dos alunos, não quis deixar de fora a percepção que nós temos quando lidamos com o diferente e, por isso, levei a cabo uma actividade prática inserida no sub-tema Como lidar com as diferenças, da qual resultou um quadro sistemático com percepções dos alunos sobre o este sub-tema (esta actividade consistiu no pegar de um objecto sujo, com pó e deformações - neste caso batatas - em que os alunos, de olhos fechados, tocavam esse mesmo 'objecto' e diziam quais as percepções ou sentimentos que tinham); tal actividade foi uma forma lúdica e prática de perceber que muitas vezes dizemos uma coisa na teoria, mas percepcionamo-la de forma diferente na prática (sendo que aqui também foi aboradad a questão da terceira idade, dos deficientes, dos sem-abrigo, entre outras). O contacto com a realidade vivida e com a vida profissional dos jovens é um dado que, neste tipo de cursos tem de ser, efectivamente, abordado e trabalhado de forma metódica e conceptual, por um lado, mas também de forma lúdica e vivencial por outro. Assim sendo afirmo que esta aula foi uma aula em que a presença destas diversas facetas se fez notar tendo ainda sobrado um pequeno espaço de tempo para a elaboração coloborativa (da turma) de um pequeno texto publicado no blog dos alunos desta turma (construído para o Módulo II) subordinado ao tema Diferentes entre Iguais.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Balanço da avaliação do 1º Período

O processo de avaliação é um processo contínuo que tem ao seu dispor variados instrumentos que visam avaliar as três competências fundamentais em termos filosóficos (competências básicas - de identificação -; intermédias - de análise - e de desenvolvimento - que implicam o comentário, a crítica e a avaliação -). Neste sentido e tendo em conta as características das turmas em avaliação (no caso dos cursos científico-tecnológicos do 10ºT5 - turma de ciências -; 11ºE1 - turma de economia -; 11ºH1 - turma de línguas e humanidades -) e, ainda, as matérias em leccionação foram utilizados instrumentos tanto de carácter teórico como prático e, ainda, de carácter pedagógico usual (dentro dos quais se encontram as fichas, os testes e os trabalhos de pares ou de grupo) ou de carácter pedagógico inovador (utilizando-se o moodle como plataforma de interacção - que não disponibilizava apenas os recursos para o estudo dos alunos, como propunha, ainda, trabalhos como a elaboração de glossários). Dos vários instrumentos utilizados e adaptados às especificidades das turmas devo salientar, em termos de classificações finais o seguinte:

10ºT5: esta é uma turma razoável que obteve uma média geral de 10,75 valores na disciplina de filosofia existindo quatro alunos com classificações negativas, o que dá 19% de negativas. De salientar é o facto de que para a grande maioria dos alunos esta era uma disciplina nova e diferente o que implicou um momento inicial de adaptação à terminologia, às metodologias de trabalho e de estudo com a atenuante de terem estado mais de um mês sem docente de português (o que se manifestou de forma negativa nas competências de análise e interpretação - competências intermédias -). Relativamente às classificações negativas refiro que a falta de motivação, empenho e trabalho face às actividades pedidas foram os factores cruciais que, com a alteração deste tipo de comportamento e atitude levará os alunos a recuperar com alguma facilidade (dependendo, certamente, da sua mudança de atitude).

11ºH1: esta foi uma turma que evoluiu bastante, no sentido positivo, desde o ano lectivo anterior. Neste primeiro período revelou apenas 6,25% de classificações negativas (apenas um aluno) que, no caso específico resultou da não elaboração de um momento de avaliação que tinha em linha de conta as três competências (e não justificação da falta ao mesmo). Considero que se continuar neste caminho a turma tem fortes possibilidades de terminar com 100% de classificações positivas. A média geral da turma foi de 13,3 valores, oscilando as classificações entre os 8 e os 17 valores.  

11ºE1: apesar de manifestarem um comportamento pouco adequado para a idade, os alunos desta turma manifestam boas competências no domínio filosófico revelando uma média geral de 13, 5 valores (oscilando as classificações entre os 9 e os 18 valores); apesar disso as classificações negativas são de 12,5% existindo duas negativas em 16 alunos. Existindo uma mudança de atitude por parte dos alunos com classificação negativa as possibilidades de passarem para uma classificação positiva são bastantes. 

Com algumas alterações de comportamento por parte dos alunos e com algumas estratégias diferenciadas em termos de abordagem às matérias e de instrumentos de avaliação as possibilidades de superação de dificuldade dos alunos são altamente prováveis, tudo dependerá em primeiro lugar da sua alteração atitudinal e, em segundo lugar, da abordagem diferenciada que será efectuada no segundo período (em termos de metodologia e de instrumentos de avaliação serão introduzidas metodologias activas como o trabalho em Aprendizagem Cooperativa).

Relativamente ao Ensino Profissional a abordagem foi diferenciada tanto em termos disciplinares (as turmas 10PINF e 12PDG têm a disciplina de Área de Integração e enquanto que a primeira tem três horas semanais a segunda tem quatro; o 11ºPAP tem a disciplina de Psicologia com quatro horas semanais) como em termos das metodologias utilizadas nas turmas (nomeadamente em relação ao 10 PINF e ao 12 PDG).

10ºPINF: esta é uma turma com características muito específicas na medida em que tem 22 alunos - na disciplina de A.I.  (turma demasiado grande para um ensino profissional de qualidade) - e em que todos os alunos são do sexo masculino. Apesar de não serem insolentes, na minha perspectiva, são alunos que requerem um tipo de trabalho mais próximo e mais concentrado (para que as atenções não se desfoquem para outros assuntos). Apesar de ainda não ter terminado o 1º módulo, as avaliações levadas a cabo até agora não são negativas (apesar de existirem alguns alunos com avaliações negativas), mas poderiam ser melhoradas se os alunos modificassem as suas atitudes em sala de aula e relativamente ao trabalho aí efectuado e, se fizessem todos os trabalhos propostos (o que poderá levantar problemas em termos da avaliação final do módulo). Foi entregue uma avaliação intercalar à directora de turma onde constavam os registos das avaliações efectuadas até ao momento, bem como uma análise geral e outro mais detalhada (de alguns alunos) relativamente ao comportamento e aproveitamento da turma.

11º PAP: a turma de técnicos de apoio psicossocial do 11º ano é constituída maioritariamente por alunos do sexo feminino (há apenas 1 rapaz) - num total de 17 alunos - e é considerada, maioritariamente, uma turma com bons resultados escolares e com bastante boas capacidades de trabalho tanto em termos cognitivos como em termos práticos (se bem que neste domínio estão ainda num processo de evolução mais lento, denotando-se algumas dificuldades de adaptação da teoria à prática). Em termos de processo avaliativo foram utilizados variados instrumentos - desde relatórios / trabalhos individuais ou em grupo até aos mais tradicionais ficha / teste ou aos menos tradicionais glossário  virtual (elaborado no moodle) - o que surtiu um efeito bastante positivo tanto em termos do processo cognitivo e práticos dos alunos até às classificações finais dos mesmos. Neste sentido todos os alunos ficaram aprovados no Módulo V tendo as notas oscilado entre os 11 e os 17 valores, auferindo-se uma média geral de 13,94 valores.

12º PDG: sendo uma turma constituída por 13 alunos dir-se-ía, à partida, que seria uma turma de fácil lidação em sala de aula. Isso não deixa de ser verdade; apesar disso esta turma requer um tipo de trabalho mais prático e mais centrado na sua própria área de estudo (desenho gráfico) porque para eles um simples relatório tem de ter uma página embelezada individualmente o que tem, efectivamente, de ser considerado no seu processo avaliativo. Assim considerei que os trabalhos de cariz mais prático e efectuados em sala de aula (na sua totalidade) são os que mais se adequam a esta turma que, aproveita grande parte dos recursos disponíveis online para efectuar os seus trabalhos, fazendo uma apropriação da teoria num domínio da prática. Em termos de instrumentos de avaliação houve uma variação dos mesmo sendo de ressalvar o facto de que o teste nesta turma não surtiu um efeito positivo e que a melhor estratégia será substituí-lo pelos trabalhos / relatórios individuais. O mesmo aconteceu com o portefólio que foi entregue apenas por 3 alunos. Neste sentido terá de haver o redimensionamento da utilização de instrumentos no processo de avaliação destes alunos referindo que os melhores são efectivamente os virtuais, na medida em que os alunos além de terem boas capacidades de trabalhar com eles, sentem-se motivados para tal. Relativamente às classificações no Módulo I todos os alunos ficaram aprovados e as classificações oscilaram entre os 10 e os 16 valores, auferindo-se uma média de 13 valores.

Penso que face ao descrito se pode considerar que o registo de classificações negativas - apenas nos cursos científico - tecnológicos - é residual e que tendencialmente baixa com a modificação de atitude face ao trabalho em sala de aula dos alunos com classificações negativas e ao reajustamento de estratégias metodológicas e pedagógicas (que serão efectuadas neste segundo período); em relação ao ensino profissional irão existir algumas alterações em termos metodológicos e pedagógicos (especificamente, de momento, para o 11ºPAP e 12ºPDG) apenas do sentido de melhorar as aprendizagens dos alunos e de aproveitar as suas motivações relativamente a outros recursos ainda não explorados (nomeadamente recursos de carácter virtual).

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

16 de Dezembro - 1ª Aula Assistida

In http://www.prof2000.pt
No passado dia 16 de Dezembro (5ª feira das 15:15 às 16:45) realizou-se a minha primeira aula assistida com a turma de ensino profissional - Técnico de Apoio Psicossocial - 11º PAP.
Segundo a visão geral do programa a organização das unidades programáticas e dos conteúdos visa antes de mais ‘colocar o aluno perante processos psicológicos essenciais à compreensão do comportamento humano e a de desenvolver competências tidas como fundamentais a um exercício profissional esclarecido (saber como) e fundamentado (saber porquê)” . Neste sentido o docente deve saber integrar, dentro dos conteúdos ou temas programáticos, as variantes dos mesmos que mais se adequam ao curso profissional que tem diante de si o que implica a transmissão de conteúdos numa perspectiva diversificada enveredando por uma linha que seja adequada ao desenvolvimento profissional dos alunos. O programa refere que o ‘(…) processo de ensino-aprendizagem (que) encerra em si um conjunto de oportunidades para que o aluno seja capaz de adquirir e desenvolver saberes e competências que lhe possibilitem uma compreensão de si, dos outros e do mundo, logo, uma compreensão pessoal, profissional e social do seu desenvolvimento e da sua participação na vida’ . Na tentativa de integrar as várias aprendizagens modulares o processo de ensino e de aprendizagem tem efectivamente de “(…) assumir matrizes variadas porque assume uma formação aberta e flexível, susceptível de uma recriação que possibilita a inserção da proposta formativa nas lógicas do território educativo que lhe serve de referência. Professores e alunos devem ser capazes de incluir as suas experiências pessoais no processo formativo de modo que este possa surgir como instrumento significativo para todos os envolvidos” . Tomando estas linhas orientadoras do programa como princípios fundamentais para o sucesso do ensino profissional, cabe-me salientar que a aula que designei ‘Da Aprendizagem Convencional à Aprendizagem num Mundo em Mudança’ visa realçar esta perspectiva formativa e formadora dos alunos, neste caso, de um curso de Técnico Psicossocial, inserido no âmbito dos conteúdos: Aprender a Aprender . “Aprender a aprender e saber como aprender mais e melhor (…)”  torna-se fundamental pela necessidade de análise da “(…) situação de desmotivação dos alunos para o estudo, procurando compreender os factores e as medidas a tomar para uma maior motivação e sucesso escolar dos alunos” . Posso ainda referir que dentro no âmbito dos conteúdos o tema Aprender a Aprender inclui, em si, a análise de sub-temas como Estilos de Pensamento e Estilos de Aprendizagem; Aprendizagem na sala de aula; Aprendizagem pela descoberta ou ainda Motivação para o Estudo e para a Aprendizagem, o que permite as mais diversas abordagens desde que se tenha em conta em primeiro lugar o facto de ser um curso profissional e, depois, de se dar cumprimento às exigências do mesmo (o que foi levado a cabo nesta aula de síntese).Com o intuito de tornar este processo o mais profissionalizante possível os alunos estiveram anteriormente envolvidos em duas actividades – uma palestra com a psicóloga da escola (Dr.ª Ana Branco) que teve como tema ‘Problemas de Aprendizagem e Metodologias para a sua Superação’ e, inserida na Festa de Natal, a ‘Sala dos Sentidos’ que levou os alunos ao contexto real do processo de ensino – aprendizagem onde a aplicação de conhecimentos leccionados foi alvo de avaliação processual - e foi no sentido de integrar experiências e de as conjugar com os conteúdos científicos que na fase final da leccionação do Módulo V (relativo à abordagem de Factores e Processos de Aprendizagem), considerei não só importante, mas ainda fundamental, terminar com uma aula que desse uma visão geral do processo de ensino – aprendizagem no sentido de procurarmos reflectir, em conjunto, sobre o ‘como’ se efectuou, efectua e efectuará tal processo e sua importância na carreira do técnico psicossocial, incluindo assim uma aula com conteúdos transversais a todas as temáticas já abordadas. Tendo em consideração as características mais gerais do Módulo V salientando-se, entre várias, a análise das “(…) características e factores, referentes a quem aprende, ao que se aprende e a como se aprende.”  e centrando-me essencialmente, agora, no ‘como se aprende’ e na importância de ‘Aprender a Aprender’, esta primeira aula assistida referiu-se à passagem da aprendizagem convencional para a aprendizagem num mundo em mudança procurando, neste momento do programa, terminar o Módulo regressando ao início do mesmo numa perspectiva mais abrangente que inclua, ao mesmo tempo, conteúdo, experiência e reflexão sobre os mesmos.Esta aula, como facilmente se percebe, pretendeu ser o fecho de um ciclo programático e de dar a mostrar os vários conteúdos programáticos trabalhados e apreendidos pelos alunos; não me querendo ficar por uma aula de síntese programática a inserção do tema - do convencional ao mundo em mudança relativamente ao ensino - pretendeu integrar a reflexão pessoal e profissional dos alunos em sala de aula intentando, assim, atingir uma dinâmica teórico-prática (o que efectivamente foi conseguido). Devo salientar que esta primeira aula mostrou a existência de uma dinâmica fundamental no processo de ensino-aprendizagem mostrando como dentro do tradicional se pode apelar à mudança e à diferença. Esta era a intenção que foi, efectivamente, conseguida tanto através da dinâmica estratégica do diálogo / reflexão como da avaliação qualitativa / qualitativa relacionando conhecimento teórico e experiência profissional.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

As turmas... diagnóstico

Fazendo uma breve caracterização das turmas após um primeiro período de processo de ensino aprendizagens, vejamos a sua constituição, os seus pontos fracos e fortes:


Cursos Científico-humanísticos:

10T5: 20 alunos; 12 rapazes e 6 raparigas; com algumas dificuldades ao nível da interpretação e da relação de conteúdos; muito imaturos em termos de comportamento.

11º E1: 16 alunos; 10 rapazes e 6 raparigas; alunos com boas capacidades de interpretação e de comentário; participativos mas muito conversadores.

11º H1: 17 alunos; 8 rapazes e 11 raparigas; alunos esforçados e com algumas capacidades em termos de interpretação e de comentário; participativos e com alunos bastante trabalhadores.

Cursos Profissionais:

10ºPINF: 22 alunos rapazes; funcionam pouco como grupo-turma; em termos gerais são pouco trabalhadores e são muito conversadores.

11º PAP: 17 alunos; 16 raparigas e 1 rapaz; alunos muito participativos e com boa capacidade de trabalho, principalmente em grupo e com metodologias activas.

12º PDG: 13 alunos; 6 rapazes e 7 raparigas; alunos com boa capacidade de trabalho, principalmente em grupo e com metodologias activas e virtuais.

sábado, 18 de dezembro de 2010

13 de Dezembro - Festa de Natal 11º PAP

No dia 13 de Dezembro o 11º PAP levou a cabo a sua actividade terminal de 1º período - a realização de uma Festa de Natal com crianças do Colégio Atlântico (3/4/5 anos) -. Inserida nesta festa a disciplina de Psicologia teve a sua intervenção fundamental na realização da actividade 'A Sala dos Sentidos' que teria como principal intuito a percepção em relação à actividade das alunas e sua relação com as questões da aprendizagem (matéria do Módulo V) em situação profissional. De ressalvar foram alguns aspectos, uns mais positivos, outros menos positivos, dos quais deixo um LINK da análise dos mesmos efectuados por mim. 


Para além de levarem a cabo a dita actividade os alunos (em conjunto 10ºPAP e 11ºPAP) fizeram um vídeo da 'Festa de Natal' que mostra aquilo que foram as diferentes actividades.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

10 de Dezembro - Visita de Estudo à Assembleia da República com 11ºE1 e 11ºH1

No passado dia 10 de Dezembro viajamos rumo à Assembleia da República para assistir a uma sessão de carácter argumentativo onde vários foram os objectivos e disciplinas envolvidas (ver Planificação). As turmas que participaram foram o 11ºE1, 11º H1 e 11º PG.

Nesta visita assistimos à ultima sessão parlamentar do governo do ano civil de 2010 subjacente ao tema 'Educação'. Os subtemas que foram analisados pelo governo e pelo parlamento foram: 'educação pública versus educação privada'; 'financiamento da educação privada'. Para além destes, temas como 'dividendos da pt'; 'avaliação de professores'; 'subsidiamento de famílias menos favorecidas'; 'disciplinas que vão desaparecer do currículo' foram também abordados. Para além de vermos a Democracia em Acção, na disciplina de Filosofia esta visita de estudo teve o intuito principal, por um lado, de assistir ao debate argumentativo e, por outro, de fazer uma análise do mesmo para tentar perceber quais os procedimentos positivos e negativos inerentes ao processo argumentativo. Espero agora pelos relatórios que deverão ser entregues no início do 2º período através do Moodle (nas turmas 11ºE1 e 11ºH1).

Coordenada por mim e integrada por outros seis docentes a visita decorreu dentro do planeado e sem quaisquer acontecimentos acidentais atingindo-se os objectivos previstos.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

09 de Dezembro - Actividade inserida na Comemoração do dia Mundial contra a Sida - 10ºT5

In http://4.bp.blogspot.com

No passado dia 09 de Dezembro fui, juntamente com os alunos do 10ºT5 visualizar o filme O Salva Vidas, integrado nas Comemorações do dia Mundial contra a Sida (tendo já feito a entrega das pequenas lembranças dadas pelo PEPAS). Foi interessante ver alguns dos preconceitos dos alunos relativamente às questões da sexualidade se dissiparem e os mesmos tomarem consciência de algumas questões centrais presentes no filme e fundamentais para a Educação Sexual.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

3 de Dezembro - Actividade de PAA com 11º PAP

No passado dia 3 de Dezembro, após a vinda dos alunos do 11º PAP de Estágio realizou-se, pelas 10:05 um diálogo entre os alunos e a Psicóloga da ESARS, Dr.ª Ana Branco. O tema da conversa foi 'Problemas de Aprendizagem e Estratégias para a sua Superação'. Neste diálogo foram analisados alguns problemas de carácter psico - neurológico - como a dislexia e a hiperactividade com défice de atenção - e feita a sua distinção com problemas de motivação. A Drª Ana Branco fez uma intervenção muito interessante sobre o tema mostrando qual o seu trabalho no despiste deste tipo de situações e qual o papel da escola em relação aos mesmos. Foi efectivamente um diálogo bastante interessante quer para mim enquanto docente quer para os alunos em primeiro lugar pelo contacto com uma profissão - psicóloga - e seu trabalho na escolha, em segundo lugar pela aplicação que este diálogo viria a surtir em termos das aprendizagens profissionais do técnico psicossocial.


quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Identidade Regional - 12º PDG

No final de Novembro o 12º PDG fez a apresentação dos seus trabalhos inseridos no tema 2 da primeira unidade 'Identidade Regional'. Devo salientar que estes trabalhos manifestaram uma efectiva investigação por parte dos grupos relativamente a identidades credíveis tanto no domínio do registo demográfico como das actividade económicas ou mesmo do património e das tradições. Dos trabalhos destes alunos resultaram essencialmente dois tipos de apresentações: em Power-Point (dos grupos que trabalharam as Características Demográficas, as Características das Actividades Económicas e Tradições versus Mudança social) e em wix (dos grupos características físicas e Património Cultural) - uma ferramenta gráfica disponível online - dos quais deixo aqui o seu registo:


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Com esta mostra quero apenas salientar que estes dois grupos fizeram a integração dos conteúdos leccionados na disciplina de Área de Integração com elementos gráficos trabalhados em outras disciplinas, sendo que está, ao nível da turma / conselho de turma a ser trabalhado este tema para a apresentação de um projecto final a ser apresentado à escola em Abril.

sábado, 27 de novembro de 2010

18 de Novembro - Dia Internacional da Filosofia

No passado dia 18 de Novembro, 5ª feira comemorou-se o Dia Internacional da Filosofia dia que, desde 2002, se comemora na terceira quinta feira do mês de Dezembro.
Neste dia decidi levar a cabo uma actividade com os alunos do 10ºT5 que consistiu na elaboração de um poema sobre Filosofia e elaboração de um desenho alusivo ao mesmo. Aqui ficam os resultados da actividade:



Filosofia basicamente é uma forma de pensar
Ninguém pode estudá-la ou decorá-la
Pensa com criticidade, é como um novo Mundo lá fora
Para a perceber, só a filosofar



Aristóteles e outros filósofos
Para fugir à ignorância, andaram em busca de várias questões
Para lidar com os próprios actos
Temos de eliminar todos estes grilhões.


Do amor e da sabedoria nasceu a Filosofia
Uma disciplina que requer alguma destreza e outras formas de pensar
Onde nada se aprende, só se aprende a filosofar


Tal como muitas vezes ouvimos dizer
 "Aquele bacano sabes? Aristóteles ou lá o que é?
Defende que ser é uma escolha, não uma obrigação.
E mesmo incompreendidos, vivemos sem nenhuma condição."


Temos de conseguir ficar no meio do pensar e do agir
Temos de nos equilibrar no ficar e no fugir.
Fazer questões do tipo "Quem sou eu?
Onde fica a minha terra? Na cidade, ou na serra?"


Mandar tintas para uma tela, à espera que se comece a formar
Uma vida feitas de aguarelas, prestes a começar.
É como fazer rabiscos num livro, à espera que uma história comece
Mas tal como a filosofia nos diz: nada é o que parece.


E assim andamos todos os dias a cair no errado e a tropeçar no certo
Abrindo janelas, e fechando caminhos, a escolher o fácil e também o perto.
"Eu penso, logo existo", filosofia assim nasceu.
Quando aprendemos a filosofar, algo em nós renasceu.

                                                     Mariana, Maria Inês, Sofia e Lisandra

terça-feira, 23 de novembro de 2010

A escola do Passado, do Presente e do Futuro - por António Dias Figueiredo em ticEDUCA 2010

O ensino no passado e a introdução das TIC nas Escolas através do Projecto Minerva.



A escola do Presente e do Futuro... um sonho desfeito...


sábado, 20 de novembro de 2010

É importante mudar paradigmas na Educação...

Aqui está um vídeo que nos mostra como é importante mudar os paradigmas educacionais e posicioná-los na perspectiva de 'aprender a aprender'. As escolas têm de ser abertas e de deixar apenas de se centrar nas actividades científico-humanísticas. A necessidade de interacção entre aquelas áreas e as áreas que implicam criatividade e movimento são fundamentais. Há que mudar paradigmas na Educação.



A clarividência de Sir Ken Robinson acerca da Educação e do seu futuro...